Guarulhos | Quem não gosta de um cara que chega arrebentando logo de cara na F-1? É impossível não sofrer uma espécie de magnetismo imediato quando testemunhamos o surgimento de um Jean Alesi (1989), de um Michael Schumacher (1991), de um Lewis Hamilton (2007), de um Sebastian Vettel (2007) ou, mais recentemente, de um Kamui Kobayashi (2009).
Alguns se tornaram gênios permanentes, outros apenas gênios "de momento". Gênios que depois, misteriosamente, caíram na vala do esquecimento ou da mediocridade.
Assim foi Jacques Villeneuve, em 1996. Com o diferencial positivo de carregar nos genes e no nome a aura mítica de seu pai, Gilles, morto em 1982 e, para muitos, um dos mais brilhantes pilotos de toda a história da F-1.
Quem não gostava do garoto-sensação Jacques naquele biênio de 1996/1997?
Clique para ampliar.
Alguns se tornaram gênios permanentes, outros apenas gênios "de momento". Gênios que depois, misteriosamente, caíram na vala do esquecimento ou da mediocridade.
Assim foi Jacques Villeneuve, em 1996. Com o diferencial positivo de carregar nos genes e no nome a aura mítica de seu pai, Gilles, morto em 1982 e, para muitos, um dos mais brilhantes pilotos de toda a história da F-1.
Quem não gostava do garoto-sensação Jacques naquele biênio de 1996/1997?
Clique para ampliar.
1 comentários:
Bela foto. Olhando pra trás, acho que fomos críticos demais com a segunda metade dos anos 90. Ok, a F1 demorou muito para se livrar do espectro de Senna, uns belos três anos após Imola '94. Mas a década seguinte veria uma categoria ainda pior, sofrendo com dilemas ainda mais viscerais.
Postar um comentário