Guarulhos | Encerrando a série que relembra os principais acontecimentos da última década na F-1, o BRF1 recorda hoje a temporada de 2009, que encerrou a década e marcou Jenson Button como o quinto campeão diferente dos últimos dez anos.
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2009: O ano de Ross Brawn
Até 2009, a F-1 havia vivido na segunda metade da década de 2000 uma verdadeira epopeia em altíssimo nível, cujo clímax havia sido o fantástico campeonato de 2008 - um Mundial para lavar a alma, com direito a quase tudo o que um bom campeonato pode proporcionar. Tudo isso após uma decisão tripla em 2007 e o duelo entre o "Rei" e o "Príncipe" em 2006.
A verdade é que após o final do campeonato de 2007, era impossível imaginar algo ainda melhor em 2008, mas isso aconteceu. E novamente, após 2008, era impossível imaginar um campeonato mais emocionante e competitivo em 2009. Em função disso, as previsões eram um tanto quanto imprecisas e giravam em torno da continuidade, não do imprevisível.
Por exemplo: McLaren e Ferrari eram apontadas como favoritas óbvias. BMW Sauber surgia como postulante ao título, bem como a Red Bull, que agora contaria com o fenômeno Sebastian Vettel, já tido como um piloto verdadeiramente diferenciado. A Renault ainda tinha Fernando Alonso, a Toyota era a incógnita de sempre e a Honda... bem, a Honda havia fechado as portas no fim de 2008 e, às vésperas do início do campeonato de 2009, havia surgido sob a batuta de Ross Brawn, rebatizada como Brawn GP e contando com Jenson Button e Rubens Barrichello em seus cockpits.
Como se vê, ou a disputa pelo título seria épica, ou seria um porre. Eram muitos os candidatos ao estrelato. Pelo menos quatro equipes com um piloto de ponta. Mas quando os carros finalmente foram à pista para os testes de pré-temporada, a realidade do campeonato já estava estabelecida: surpreendentemente, seria a recém-nascida Brawn GP contra o resto.
E por resto, entenda-se apenas a Red Bull, a Force India (!) e, nas últimas provas do campeonato, a renascida McLaren. A Ferrari, de desempenho pífio, foi a equipe mais perdida do ano. Com decisões erradas do início ao fim, foi o time que mais sofreu com o fim dos testes ao longo do ano e, para piorar, perdeu Felipe Massa para o restante do Mundial após o grave acidente no treino classificatório para o GP da Hungria, voltando a escolher mal, muito mal, seu substituto: a princípio, Michael Schumacher. Depois do frissom e da desistência do alemão por problemas físicos, restou o pífio Luca Badoer. Após duas provas, foi a vez de Giancarlo Fisichella conseguir a proeza de não marcar nenhum pontinho em seis corridas. Sem dúvida, o fiasco do ano.
Enquanto isso, Brawn GP e Red Bull colecionavam vitórias. O "problema", para os fãs da F-1 e até mesmo para os rivais do time recém-criado por Ross Brawn, é que após o GP da Turquia - sétima etapa do campeonato - o campeão mundial já estava praticamente definido. E era Jenson Button. Dono de assustadoras seis vitórias em sete corridas.
A verdade é que após o final do campeonato de 2007, era impossível imaginar algo ainda melhor em 2008, mas isso aconteceu. E novamente, após 2008, era impossível imaginar um campeonato mais emocionante e competitivo em 2009. Em função disso, as previsões eram um tanto quanto imprecisas e giravam em torno da continuidade, não do imprevisível.
Por exemplo: McLaren e Ferrari eram apontadas como favoritas óbvias. BMW Sauber surgia como postulante ao título, bem como a Red Bull, que agora contaria com o fenômeno Sebastian Vettel, já tido como um piloto verdadeiramente diferenciado. A Renault ainda tinha Fernando Alonso, a Toyota era a incógnita de sempre e a Honda... bem, a Honda havia fechado as portas no fim de 2008 e, às vésperas do início do campeonato de 2009, havia surgido sob a batuta de Ross Brawn, rebatizada como Brawn GP e contando com Jenson Button e Rubens Barrichello em seus cockpits.
Como se vê, ou a disputa pelo título seria épica, ou seria um porre. Eram muitos os candidatos ao estrelato. Pelo menos quatro equipes com um piloto de ponta. Mas quando os carros finalmente foram à pista para os testes de pré-temporada, a realidade do campeonato já estava estabelecida: surpreendentemente, seria a recém-nascida Brawn GP contra o resto.
E por resto, entenda-se apenas a Red Bull, a Force India (!) e, nas últimas provas do campeonato, a renascida McLaren. A Ferrari, de desempenho pífio, foi a equipe mais perdida do ano. Com decisões erradas do início ao fim, foi o time que mais sofreu com o fim dos testes ao longo do ano e, para piorar, perdeu Felipe Massa para o restante do Mundial após o grave acidente no treino classificatório para o GP da Hungria, voltando a escolher mal, muito mal, seu substituto: a princípio, Michael Schumacher. Depois do frissom e da desistência do alemão por problemas físicos, restou o pífio Luca Badoer. Após duas provas, foi a vez de Giancarlo Fisichella conseguir a proeza de não marcar nenhum pontinho em seis corridas. Sem dúvida, o fiasco do ano.
Enquanto isso, Brawn GP e Red Bull colecionavam vitórias. O "problema", para os fãs da F-1 e até mesmo para os rivais do time recém-criado por Ross Brawn, é que após o GP da Turquia - sétima etapa do campeonato - o campeão mundial já estava praticamente definido. E era Jenson Button. Dono de assustadoras seis vitórias em sete corridas.

O britânico deu início à já lendária saga da equipe ao conquistar pole e vitória logo na estreia dos carrinhos brancos, em Melbourne, na Austrália. De quebra, veio a dobradinha, com Rubens Barrichello em segundo. Algo que não acontecia desde 1954, quando a Mercedes - curiosamente, fornecedora de motores da Brawn GP - conseguiu atingir o mesmo feito, com Juan Manuel Fangio e Karl Kling.
Na Malásia, uma rara tempestade provocou a interrupção da prova no momento em que Button liderava o pelotão. Mais uma vitória para o inglês, desta vez valendo apenas a metade dos pontos.
Na China, no entanto, foi a vez de Sebastian Vettel atingir sua própria marca histórica: sob chuva, o alemão, recém-contratado pela Red Bull, levou sua equipe à primeira vitória na história e tornou-se um dos raros pilotos a levar duas equipes diferentes ao primeiro triunfo de suas histórias - em 2008, Sebastian venceu a única da Toro Rosso até o momento.
Na Malásia, uma rara tempestade provocou a interrupção da prova no momento em que Button liderava o pelotão. Mais uma vitória para o inglês, desta vez valendo apenas a metade dos pontos.
Na China, no entanto, foi a vez de Sebastian Vettel atingir sua própria marca histórica: sob chuva, o alemão, recém-contratado pela Red Bull, levou sua equipe à primeira vitória na história e tornou-se um dos raros pilotos a levar duas equipes diferentes ao primeiro triunfo de suas histórias - em 2008, Sebastian venceu a única da Toro Rosso até o momento.

No entanto, do Bahrein em diante, só deu Button. Vitórias no deserto asiático, na Espanha, no Principado de Mônaco e na Turquia. Após sete provas, o placar mostrava Jenson com 61 pontos, contra 35 de Barrichello. O brasileiro aparecia como único rival do britânico, mas apesar da igualdade de condições, nem de longe era uma ameaça.
A partir do GP da Inglaterra, porém, o campeonato ganhou novos temperos - nada que fosse suficiente para criar uma disputa eletrizante pelo título ou para ameaçar a liderança de Button no campeonato. Serviu apenas para deixar o suspense no ar e adiar uma conquista que, desde o início do campeonato, já era dada como certa.
Em Silverstone, a vitória ficou com Vettel, que pulou para 39 pontos, contra 41 de Barrichello, ainda vice-líder. Na Alemanha, foi a vez de Mark Webber triunfar pela primeira vez na carreira, em uma atuação genial, com direito a 'drive through' e um ritmo alucinante após a punição. A Red Bull, definitivamente, era a única rival visível da Brawn GP. Neste momento, Vettel assumiu a vice-liderança e Webber pulou para o terceiro lugar. Ambos relegaram Barrichello à quarta posição no campeonato.
No caótico fim de semana na Hungria, no entanto, foi a vez de Lewis Hamilton vencer a primeira na temporada e recolocar a McLaren no caminho das vitórias. E foi somente no GP da Europa, em Valência, 11ª etapa do campeonato, que Rubens Barrichello finalmente voltou a vencer, após um jejum de mais de cinco anos. O triunfo deu novo ânimo ao brasileiro na luta pelo título, mas já era um tanto quanto tarde para uma reação. Naquele momento, o placar mostrava 72 pontos para Button contra 54 de Rubinho.
E quando todos esperavam que o brasileiro finalmente seria capaz de fazer frente a seu companheiro de equipe, veio o GP da Bélgica. Jenson ficou na largada e deixaria o caminho livre para Rubens, mas o brasileiro mais uma vez teve uma largada ridícula e, em prova de recuperação, logrou apenas o sétimo posto e descontou sua desvantagem para o líder do campeonato em míseros dois pontos. A prova, vencida por Kimi Räikkönen, marcou a atuação heróica de Giancarlo Fisichella, dono da pole position e da segunda posição final a bordo de uma modesta Force India.
A partir do GP da Inglaterra, porém, o campeonato ganhou novos temperos - nada que fosse suficiente para criar uma disputa eletrizante pelo título ou para ameaçar a liderança de Button no campeonato. Serviu apenas para deixar o suspense no ar e adiar uma conquista que, desde o início do campeonato, já era dada como certa.
Em Silverstone, a vitória ficou com Vettel, que pulou para 39 pontos, contra 41 de Barrichello, ainda vice-líder. Na Alemanha, foi a vez de Mark Webber triunfar pela primeira vez na carreira, em uma atuação genial, com direito a 'drive through' e um ritmo alucinante após a punição. A Red Bull, definitivamente, era a única rival visível da Brawn GP. Neste momento, Vettel assumiu a vice-liderança e Webber pulou para o terceiro lugar. Ambos relegaram Barrichello à quarta posição no campeonato.
No caótico fim de semana na Hungria, no entanto, foi a vez de Lewis Hamilton vencer a primeira na temporada e recolocar a McLaren no caminho das vitórias. E foi somente no GP da Europa, em Valência, 11ª etapa do campeonato, que Rubens Barrichello finalmente voltou a vencer, após um jejum de mais de cinco anos. O triunfo deu novo ânimo ao brasileiro na luta pelo título, mas já era um tanto quanto tarde para uma reação. Naquele momento, o placar mostrava 72 pontos para Button contra 54 de Rubinho.
E quando todos esperavam que o brasileiro finalmente seria capaz de fazer frente a seu companheiro de equipe, veio o GP da Bélgica. Jenson ficou na largada e deixaria o caminho livre para Rubens, mas o brasileiro mais uma vez teve uma largada ridícula e, em prova de recuperação, logrou apenas o sétimo posto e descontou sua desvantagem para o líder do campeonato em míseros dois pontos. A prova, vencida por Kimi Räikkönen, marcou a atuação heróica de Giancarlo Fisichella, dono da pole position e da segunda posição final a bordo de uma modesta Force India.

Nem mesmo a excepcional vitória em Monza, na Itália - a terceira no circuito italiano -, foi capaz de fazer Barrichello encostar em Button - tudo porque o britânico completou a dobradinha da inacreditável Brawn GP. Restando quatro provas para o fim, o inglês liderava com 80 pontos, contra apenas 66 do brasileiro.
Para sonhar com o título, Rubens teria que chegar no mínimo à frente de Jenson nas etapas finais de 2009 - missão na qual falhou logo na etapa seguinte, em Cingapura, em prova vencida por Hamilton. No Japão, o triunfo ficou nas mãos de Vettel, que de quebra voltou a ameaçar a vice-liderança de Barrichello, sétimo colocado - Button chegaria em oitavo.
Para sonhar com o título, Rubens teria que chegar no mínimo à frente de Jenson nas etapas finais de 2009 - missão na qual falhou logo na etapa seguinte, em Cingapura, em prova vencida por Hamilton. No Japão, o triunfo ficou nas mãos de Vettel, que de quebra voltou a ameaçar a vice-liderança de Barrichello, sétimo colocado - Button chegaria em oitavo.

No Brasil, diante de sua torcida, o brasileiro voltou a viver momentos de glória: em uma sessão classificatória para lá de caótica em função da chuva, Rubens levou sua Brawn GP à pole position, com seu companheiro de equipe apenas em 14°. Se a corrida terminasse assim - e poderia perfeitamente terminar, já que a previsão de chuva para a prova era de 90% -, Barrichello sairia de Interlagos apenas quatro pontos atrás de Jenson e deixaria a decisão para a última corrida, em Abu Dhabi.
Mas o tradicional autódromo paulistano testemunhou uma tarde de sol a pino, de uma atuação estrondosa de Button - que galgou posições até cruzar a linha de chegada em quinto lugar - e de mais um dos intermináveis capítulos de azar de Rubens, que vinha para um consolador terceiro lugar até ver seu pneu furar a menos de cinco voltas para o final, cruzando a linha de chegada apenas em oitavo e vendo seu companheiro de equipe comemorar seu primeiro título mundial na categoria.
Mas o tradicional autódromo paulistano testemunhou uma tarde de sol a pino, de uma atuação estrondosa de Button - que galgou posições até cruzar a linha de chegada em quinto lugar - e de mais um dos intermináveis capítulos de azar de Rubens, que vinha para um consolador terceiro lugar até ver seu pneu furar a menos de cinco voltas para o final, cruzando a linha de chegada apenas em oitavo e vendo seu companheiro de equipe comemorar seu primeiro título mundial na categoria.

O GP de Abu Dhabi serviu apenas para cumprir tabela, mas trouxe boas disputas, atuações de destaque - como a de Kamui Kobayashi, que já havia roubado a cena em sua estreia, no Brasil - e uma excelente dobradinha da Red Bull, com Sebastian Vettel chegando à quarta vitória no ano e assegurando o vice-campeonato mundial.
Um campeonato morno com um campeão ao "acaso", moldado ao estilo perfeccionista do gênio Ross Brawn. Após o fim do campeonato, a Brawn GP foi vendida para a Mercedes e entrou para a história como a única equipe a disputar uma única temporada e ter 100% de aproveitamento, assegurando os títulos de Pilotos e Construtores. O time, que havia custado o valor simbólico de £ 1 às mãos do engenheiro inglês, foi vendido para a montadora alemã por £ 70 milhões. Talvez este tenha sido o melhor negócio da história da F-1, algo que, por todo o contexto, faz de Ross, e não de Button, o grande campeão de 2009.
Um campeonato morno com um campeão ao "acaso", moldado ao estilo perfeccionista do gênio Ross Brawn. Após o fim do campeonato, a Brawn GP foi vendida para a Mercedes e entrou para a história como a única equipe a disputar uma única temporada e ter 100% de aproveitamento, assegurando os títulos de Pilotos e Construtores. O time, que havia custado o valor simbólico de £ 1 às mãos do engenheiro inglês, foi vendido para a montadora alemã por £ 70 milhões. Talvez este tenha sido o melhor negócio da história da F-1, algo que, por todo o contexto, faz de Ross, e não de Button, o grande campeão de 2009.

Ranking de Vitórias:
1°. Jenson Button (GBR/Brawn GP) - 6
2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 4
3°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - 2
4°. Lewis Hamilton (GBR/McLaren) - 2
5°. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 2
6°. Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari) - 1
Ranking de Poles:
1°. Jenson Button (ING/Brawn GP) - 4
1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 4
1°. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 4
4°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - 1
5°. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1
6°. Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1
7°. Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1
8°. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - 1
Ranking de Voltas Mais Rápidas:
1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 3
1°. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 3
3°. Jenson Button (GBR/Brawn GP) - 2
4°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - 2
5°. Fernando Alonso (ESP/Renault) - 2
6°. Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1
7°. Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1
8°. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1
9°. Timo Glock (ALE/Toyota) - 1
10°. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1
2009: As imagens inesquecíveis
GP de Abu Dhabi - Na primeira prova da F-1 disputada nos Emirados Árabes, o que realmente chamou a atenção dos telespectadores e fãs da categoria foi o luxo com o qual o autódromo foi construído, os efeitos pirotécnicos do hotel que fica ao centro do circuito e, claro, o fato de a prova ter sido disputada no crepúsculo, começando durante o dia e encerrando já à noite.
A verdade é que tanto pilotos quanto telespectadores reclamaram da falta de desafios do traçado de Abu Dhabi. No entanto, apesar de a prova ter sido um tanto quanto sem sal, várias disputas maracaram a etapa que encerrou o Mundial de 2009. Uma delas chamou a atenção em particular: Kamui Kobayashi, novato da Toyota, deu um belíssimo "X" sobre Jenson Button, que havia acabado de conquistar seu título em Interlagos. O duelo entre ambos, por sinal, já havia chamado bastante a atenção no GP do Brasil, na prova que marcou também a estreia do japonês na categoria.
A verdade é que tanto pilotos quanto telespectadores reclamaram da falta de desafios do traçado de Abu Dhabi. No entanto, apesar de a prova ter sido um tanto quanto sem sal, várias disputas maracaram a etapa que encerrou o Mundial de 2009. Uma delas chamou a atenção em particular: Kamui Kobayashi, novato da Toyota, deu um belíssimo "X" sobre Jenson Button, que havia acabado de conquistar seu título em Interlagos. O duelo entre ambos, por sinal, já havia chamado bastante a atenção no GP do Brasil, na prova que marcou também a estreia do japonês na categoria.
GP de Cingapura - Quando a F-1 desembarcou pelo segundo ano seguido na ilha de Cingapura, o "Crashgate" vivia o auge de sua fama. O veredicto banindo Flavio Briatore da categoria e excluindo Pat Symonds do paddock por cinco anos provocou a reação imediata dos patrocinadores da Renault, que um a um foram rasgando seus contratos com a equipe francesa.
Foi justamente em Cingapura, mas em 2008, que Nelsinho Piquet havia sido o protagonista do episódio. Em 2009, os carros da escuderia agora chefiada por Bob Bell estavam praticamente brancos, com a inscrição "Renault" ocupando os espaços vazios. E nos primeiros treinos livres, eis que Romain Grosjean, substituto de Nelsinho no time e de talento duvidoso, rodou exatamente no mesmo ponto em que o brasileiro provocou o acidente no ano anterior, em um movimento praticamente idêntico ao do polêmico episódio.
A cena arrancou risos de quase todos, pela infeliz coincidência...
Foi justamente em Cingapura, mas em 2008, que Nelsinho Piquet havia sido o protagonista do episódio. Em 2009, os carros da escuderia agora chefiada por Bob Bell estavam praticamente brancos, com a inscrição "Renault" ocupando os espaços vazios. E nos primeiros treinos livres, eis que Romain Grosjean, substituto de Nelsinho no time e de talento duvidoso, rodou exatamente no mesmo ponto em que o brasileiro provocou o acidente no ano anterior, em um movimento praticamente idêntico ao do polêmico episódio.
A cena arrancou risos de quase todos, pela infeliz coincidência...
GP do Brasil - A F-1 chegou a Interlagos com três pilotos ainda com chances de título: Jenson Button, líder disparado do Mundial; Sebastian Vettel, terceiro colocado e dono de três vitórias na temporada; e Rubens Barrichello, vice-líder, companheiro de equipe de Button e com o peso da torcida a seu favor.
Longe da pole position desde 2004, o brasileiro superou uma sessão caótica em função da chuva - com mais de 3h de duração - para cravar uma volta perfeita e ficar com a primeira posição. Button largaria em 14° e Vettel, apenas em 17°. Todo o cenário favorecia Rubens. Mas seus instantes de glória se encerrariam, mesmo, com o fim do treino de classificação.
A volta, no entanto, foi sensacional.
Longe da pole position desde 2004, o brasileiro superou uma sessão caótica em função da chuva - com mais de 3h de duração - para cravar uma volta perfeita e ficar com a primeira posição. Button largaria em 14° e Vettel, apenas em 17°. Todo o cenário favorecia Rubens. Mas seus instantes de glória se encerrariam, mesmo, com o fim do treino de classificação.
A volta, no entanto, foi sensacional.


























